Com o tema Psicologia na Contemporaneidade: novos campos de atuação, a Cinara trouxe a pauta o Bio e Neurofeedback e suas relações com o fazer psicológico atual.
Inaugurado em 2009 o Instituto Neurofeedback tem sede única na cidade de Porto Alegre - RS - Brasil. Nossa equipe formada por psicólogos com larga experiência clínica e que tem no Neurofeedback uma ferramenta diferencial na abordagem de saúde mental. Experiência + competência na ciência de alcançar objetivos. Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948 sala 208 - Porto Alegre Fone/Whats: (51) 991626919 - (51) 982329189
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Evento: 2ª Semana de Psicologia!
Na noite do dia 26/08, a Psicóloga Cinara Ferreira Soares, participou do evento realizado pela Unilasalle, em razão da 2ª Semana da Psicologia.
Com o tema Psicologia na Contemporaneidade: novos campos de atuação, a Cinara trouxe a pauta o Bio e Neurofeedback e suas relações com o fazer psicológico atual.
Com o tema Psicologia na Contemporaneidade: novos campos de atuação, a Cinara trouxe a pauta o Bio e Neurofeedback e suas relações com o fazer psicológico atual.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Curso Introdutório com turma aberta para SETEMBRO!!!
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Treinamento com Neurofeedback oferece novos caminhos para o tratamento de crianças com TDA/H
Um estudo de
caso apresentado na Revista Biofeedback
ilustra como as crianças com TDA/H podem ser avaliadas e treinadas com sucesso
usando Neurofeedback. Uma avaliação inicial da criança permite aos provedores definir
os parâmetros de treinamento individualizado. O Neurofeedback é combinado com
estratégias de aprendizagem para aplicar as habilidades de auto-regulação de
situações da vida cotidiana.
O sujeito do estudo,
uma menina de 10 anos que preencheu os critérios para o diagnóstico de TDA/H,
completou o treino inicial na primeira parte do seu 5° ano escolar. Ela demonstrou
sintomas de distração, dificuldade em completar tarefas e dificuldade de
concentração em seu trabalho escolar. Sua avaliação mostrou que ela tinha um
padrão clássico de excesso de atividade das ondas cerebrais lentas. Ela
respondeu bem a sessão de treinamento prático projetado para permitir que a
paciente e os pais saibam o que esperar durante as sessões de treino duas vezes
por semana.
Nas sessões de
uma hora de duração, eletrodos são colocados, criando uma interface
cérebro-computador. Atividades curtas e repetitivas de 2 a 3 minutos ensinam a
criança a manter o foco, dando o feedback (retorno) sobre seu o sucesso em
manter a concentração. A aprendizagem envolve uma exibição de um jogo (jogo de
boliche, dardo se movendo em direção a um alvo, algo se movendo através de um
labirinto), que é ativado quando o padrão de ondas cerebrais indica calma e
foco e pára quando a criança sai fora desse padrão. A criança aprende, assim, o
que ela sente ao prestar atenção conforme vai tendo que manter-se focada para colocar
o jogo em movimento novamente. A duração do tempo e a dificuldade das tarefas
são aumentadas ao longo do tempo. Para as crianças, motivação e interação positiva
com o treinador são criadas, dando louvor e oferta de fichas que a criança pode
usar para ganhar um prêmio.
A menina tinha
um treinador principal, mas ela também trabalhou com vários outros treinadores
em diferentes salas ao longo das sessões. Essa abordagem garantiu que os efeitos
do treinamento vieram do Neurofeedback e das estratégias de aprendizagem, e não
da relação treinador-sujeito. Ao longo de 60 sessões de treinamento, essa
menina, gradualmente, aprendeu a reduzir a atividade cerebral das ondas lentas (3-7
Hz) e aumentar a atividade das ondas rápidas na faixa do ritmo sensório-motor
(12-15 Hz), enquanto inibia uma faixa que refletia no efeito da tensão muscular
(52-58 Hz).
Esse estudo de
caso partilha técnicas utilizadas no treinamento de Neurofeedback para crianças
com TDA/H, com o objetivo de ajudar os médicos a realizar o treinamento
apropriado. Com profissionais realizando um trabalho de qualidade com bons
resultados, o campo do Biofeedback pode continuar avançando.
O texto completo
do artigo: “Treinar com sucesso uma criança com TDA/H”, Biofeedback, vol. 41,
No. 2, 2013, está disponível em http://www.aapb-biofeedback.com/doi/full/10.5298/1081-5937-41.2.07
Sobre
a Revista Biofeedback
A
Biofeedback é publicada quatro vezes
por ano e distribuída pela Associação de Psicofisiologia Aplicada e
Biofeedback. A missão da AAPB é promover o desenvolvimento, a disseminação e a
utilização do conhecimento sobre psicofisiologia aplicada e Biofeedback para
melhorar a saúde e a qualidade de vida por meio de pesquisa, educação e
prática. Para mais informações sobre a associação, consulte http://www.aapb.org.
Tradução
e adaptação livre feita do artigo: Neurofeedback Training Offers New Paths for Treating Children With
ADHD, do site PRWeb de Ontário-Canadá, dia 11 de Julho
de 2013.
Disponível em: http://www.prweb.com/releases/2013/7/prweb10911789.htm
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Muito Além do Peso!
Complementando o post anterior, disponibilizamos aqui o documentário Muito Além do Peso, que aborda a questão da nutrição das crianças no Brasil.
Vale a pena conferir.
Vale a pena conferir.
Os benefícios da amamentação para o cérebro dos bebês!
Um
estudo utilizando de imagens do cérebro, feito por Ressonância
Magnética, contribui para o crescente corpo de evidências de que a
amamentação melhora o desenvolvimento do cérebro em crianças. A
amamentação, sozinha, produziu um melhor desenvolvimento do cérebro
do que uma combinação de aleitamento materno e fórmula, que
produziu um melhor desenvolvimento do que somente com o uso da
fórmula.
PROVIDENCE,
RI [Brown University] - Um novo estudo realizado por pesquisadores da
Universidade de Brown encontrou mais evidências de que o aleitamento
materno é bom para o cérebro dos bebês.
O estudo
fez uso da Ressonância Magnética por imagem, especializada e “amiga
do bebê”, para olhar para o crescimento do cérebro em uma
amostra de crianças com menos de 4 anos de idade. A pesquisa
constatou que até 2 anos de idade, os bebês que haviam sido
exclusivamente amamentados por pelo menos três meses tiveram um
maior desenvolvimento em partes importantes do cérebro em comparação
com as crianças que eram alimentadas unicamente com fórmula ou que
foram alimentadas com uma combinação de fórmula e leite materno. O
crescimento extra foi mais pronunciado em algumas partes do cérebro
associadas com a linguagem, função emocional e cognição, mostrou
a pesquisa.
Esse
não é o primeiro estudo a sugerir que a amamentação auxilia no
desenvolvimento do cérebro dos bebês. Estudos comportamentais já,
previamente, associaram a amamentação com melhores resultados
cognitivos em adolescentes mais velhos e em adultos. Mas esse é o
primeiro estudo de imagem que procurou diferenças relacionadas com a
amamentação nos cérebros de crianças muito jovens e saudáveis,
disse Sean Deoni, professor assistente de Engenharia
na
Brown e autor principal do estudo.
“Queríamos
ver o quão cedo essas mudanças no desenvolvimento do cérebro
ocorre de fato”,
disse Deoni. “Nós mostramos que elas
(mudanças)
estão lá quase de
cara.”
Os
resultados estão na imprensa na Revista
NeuroImage e agora disponível online:
Deoni
lidera o Laboratório
Avançado de Imagem do
Bebê
na
Universidade Brown. Ele e seus colegas usaram aparelhos de
ressonância magnética tranquilos que captam imagens do cérebro dos
bebês enquanto eles dormiam. A técnica de ressonância magnética
que Deoni desenvolveu foca na microestrutura da matéria branca do
cérebro, o tecido que contém as fibras nervosas longas e ajuda as
diferentes partes do cérebro a comunicarem-se entre si.
Especificamente, a técnica procura por quantidades de mielina - o
material gordo que isola as fibras nervosas e os sinais elétricos
velozes enquanto eles se comprimem à volta do cérebro.
Deoni
e sua equipe analisaram 133 crianças em idades variando de 10 meses
a quatro anos. Todos os bebês tiveram um
tempo
normal de gestação, e todos vieram de famílias com condições
socioeconômicas semelhantes. Os pesquisadores dividiram
os bebês em três grupos: aqueles cujas mães relataram que
exclusivamente
amamentaram
por pelo menos três meses; aqueles alimentados com uma combinação
de leite materno e fórmula; e aqueles alimentados somente
com
fórmula. Os pesquisadores compararam as
crianças mais velhas com as mais jovens
para estabelecer trajetórias de crescimento da
matéria branca para cada grupo.
O
estudo mostrou que o grupo que foi exclusivamente amamentado teve o
crescimento mais rápido na substância branca mielinizada dos três
grupos, com o aumento no volume da substância branca tornando-se
importante a partir dos dois anos de idade. O grupo alimentado com o
leite materno e a fórmula apresentaram maior crescimento do que o
grupo exclusivamente alimentados com fórmula, mas menos do que o
grupo alimentado somente com leite materno.
“Estamos
descobrindo a diferença [no crescimento substância branca] é da
ordem de 20 a 30%, comparando as crianças amamentadas com as
não-amamentadas”, disse Deoni. “Eu acho que é surpreendente que
possa haver tanta diferença tão cedo.”
Deoni
e sua equipe, em seguida, cruzaram
os
dados das
imagens
com um conjunto de testes cognitivos básicos sobre as crianças mais
velhas. Esses testes mostraram maior desempenho de linguagem,
recepção visual e
controle
motor no grupo amamentado.
O
estudo também analisou os efeitos da duração do aleitamento
materno. Os pesquisadores compararam os bebês que foram amamentados
por mais de um ano com aqueles amamentados menos de um ano, e
encontraram
um
aumento
significativo
no
crescimento do cérebro dos
bebês que foram amamentados por
mais
tempo - especialmente em áreas do cérebro que
lida
com a função motora.
Deoni
diz que os resultados adicionam a um corpo substancial de pesquisa
que encontra associações positivas entre amamentação e saúde do
cérebro infantil.
"Eu
diria que, combinado com todas as outras provas, parece que a
amamentação é absolutamente benéfica", disse ele.
Outros
autores no estudo foram Douglas Dean, Irene Piryatinsky, Jonathan
O'Muircheartaigh, Lindsay Walker, Nicole Waskiewicz, Katie Lehman,
Michelle Han e Holly Dirks, todos trabalham com Deoni n Laboratório
de Imagem do Bebê. O trabalho foi financiado pelo Instituto Nacional
de Saúde Mental.
Tradução e adaptação livre feita do artigo Breastfeeding benefits babies'brains, publicado pela Brown University, dia 6 de Junho de 2013.
Disponível em: http://news.brown.edu/pressreleases/2013/06/breastfeeding
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Os ritmos cerebrais são fundamentais para a aprendizagem.
Os neurocientistas sabem, há muito tempo, da existência de ondas
cerebrais - oscilações rítmicas da atividade elétrica que,
acredita-se, refletir no estado cerebral. Por exemplo, durante o
repouso, a atividade cerebral diminui a um ritmo Alfa de cerca de 8 a
10 hertz, ou ciclos por segundo.
É pouco claro o papel, se é que há algum, que essas ondas
desempenham nas funções cognitivas, tais como a aprendizagem e a
memória. Mas agora, um estudo de neurocientistas do MIT mostra que a
alternância entre dois desses ritmos é fundamental para o
aprendizado de um comportamento habitual.
Em um artigo publicado essa semana na revista Proceedings, da
Academia Nacional de Ciências (Nacional Academy of Sciences - PNAS),
os pesquisadores relataram que conforme os ratos vão aprendendo a
executar um labirinto, a atividade em uma região do cérebro que
controla as mudanças de formação de hábito muda de um ritmo
rápido, caótico para um ritmo mais lento, mais sincronizado. Essa
alternância ocorre assim que os ratos começam a dominar o
labirinto, sinais da probabilidade de que o hábito foi formado, diz
Ann Graybiel, professora do Instituto MIT, autora sênior do PNAS.
Esse é um grande indício de como o cérebro se reorganiza durante
a aprendizagem, diz Graybiel, que também é a principal
investigadora no Instituto McGovern para Pesquisa do Cérebro do MIT.
Ritmos no cérebro
Várias ondas cerebrais de diferentes frequências foram observadas
em seres humanos e outros animais. Esse trabalho é focado em ondas
Beta, que variam de 15 a 28 hertz, e altas ondas Gama, que variam de
70 a 90 hertz. A banda Beta está associada com a falta de movimento,
e a Gama com estados altamente atentos.
Graybiel e o estudante Mark Howe, autor principal do artigo,
propuseram-se ver se eles poderiam vincular esses ritmos com as
mudanças no estado cerebral que acompanham a aprendizagem.
O laboratório de Graybiel mostrou anteriormente que os padrões da
atividade elétrica em uma parte do cérebro, conhecida como os
gânglios da base, são fundamentais para a formação do hábito. Os
hábitos começam quando você ganha algum benefício na tomada de
uma determinada ação, mas, eventualmente, o comportamento torna-se
enraizado e você o faz, mesmo quando não obtém a recompensa. Em
casos extremos, isso pode significar continuar coçando uma parte do
corpo, mesmo depois da coceira ter parado, por exemplo.
Nesse estudo, Howe observou os ritmos do cérebro em uma região na
parte inferior dos gânglios da base, conhecida como estriado
ventral. Essa área é necessária para responder à dor ou ao
prazer, e é também altamente envolvida na adicção.
A atividade cerebral foi medida conforme os ratos corriam ao longo
de um labirinto em forma de T, no qual tiveram que aprender a virar
à esquerda ou à direita em resposta a um som. Se eles fizessem a
virada correta e chegassem ao final do labirinto, receberiam uma
recompensa: leite com chocolate.
Nas primeiras corridas, enquanto os ratos ainda estavam aprendendo o
labirinto, os pesquisadores viram explosões de atividade no estriado
ventral, na faixa de frequência gama, pouco antes dos ratos
terminarem o labirinto. Essa atividade foi dispersa por todo o corpo
estriado ventral: células sincronizadas com o ritmo em momentos
diferentes, de uma forma bastante descoordenada.
Quando os ratos começaram a pegar a forma de ganhar a recompensa, a
atividade Gamma desapareceu e foi substituída por curtos períodos
de atividade na banda beta, uma frequência mais baixa, logo depois
que eles terminaram o labirinto. A atividade também se tornou muito
mais coordenada em todo o estriado ventral.
“Embora tenha havido muito trabalho no estudo das oscilações
cerebrais, não há realmente nenhum trabalho observando como as
oscilações em diferentes faixas de frequência impactam nas
diferentes partes do processo de aprendizagem, e é isso que esse
trabalho faz”, diz Michael Frank, um professor associado das
ciências Cognitiva, Linguística e Psicológica da Universidade
Brown, que não estava envolvido com o trabalho.
Reforçando hábitos
Para obter uma visão mais
profunda do que estava acontecendo durante essa mudança de
frequência,
os pesquisadores também mediram a atividade de neurônios
individuais no estriado ventral, e descobriram que a atividade em
dois grupos de neurônios coordenavam-se com as oscilações.
"Sempre que você tiver um ritmo forte, essas duas populações
de neurônios oscilarão em direções opostas", diz Howe.
Esse achado sugere que, enquanto os ratos estão aprendendo um novo
comportamento, a atividade de alta frequência nos neurônios de
saída do estriado ventral envia mensagens para o resto do cérebro
dirigindo-o para aprender um novo comportamento, reforçado pela
recompensa do chocolate. Então, uma vez que o comportamento é
aprendido e um hábito é formado, essas mensagens não são mais
necessárias, e são desligadas pelos neurônios inibitórios durante
as oscilações Beta.
“À medida que os ratos vão aprendendo, o sinal de reforço vai
embora, porque você realmente não precisa dele”, diz Graybiel.
Isso é benéfico para o cérebro, pois uma vez que o hábito é
formado, “o que você quer fazer é liberar aquele pedaço de
cérebro para que você possa fazer outra coisa - formar um novo
hábito ou pensar algo importante”, diz ela.
Os pesquisadores, incluindo Howe, Graybiel, e outros membros do
laboratório: Hisham Attalah, Dan Gibson e Andrew McCool, estão
planejando investigar se a formação do hábito é interrompida se
eles alterarem os ritmos cerebrais no estriado ventral. Eles também
querem identificar, mais especificamente, os neurônios que estão
envolvidos. Identificar e controlar esses neurônios pode oferecer
uma nova forma de ajudar a combater a adicção - uma forma extrema
de comportamento habitual.
Oferecido por: Massachusetts Institute of Technology
Tradução e adaptação livre feita a partir do artigo Brain rhythms are key to learning, da autora Anne Trafton, publicado no dia 27 de Setembro de 2011, no site Medicalxpress, na seção Neuroscience.
Disponível no link: http://medicalxpress.com/news/2011-09-brain-rhythms-key.html#jCp
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Corpo Humano!!
Confira as três partes do programa Globo Reporter, do dia 17/05/2013, que falou sobre o corpo humano e seu fantástico funcionamento.
Precisamos entender a dinâmica de nossa corpo, para utlizarmos nosso máximo potencial.
http://www.youtube.com/watch?v=jAulw4lmWPw (parte I)
http://www.youtube.com/watch?v=jAulw4lmWPw (parte II)
http://www.youtube.com/watch?v=8FxcVbupqtw (parte III)
Assistam!!
Bom início de semana!
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